quarta-feira, 13 de junho de 2012

Santo António e esta Lisboa que eu amo

Sim? Não? Nim? Nim, definitivamente nim!

Sardinha assada, mini e cheiro a cigano é garantido. Ah, e pão. Não esquecer o pão.

Arraial, que não minhoto, em todos os bairros da cidade e redondezas. Os topos, velhos e crianças, juntam-se com a mesma paixão (e, regra geral, falta de jeito) a dançar.

O manjerico que vem para casa, perfumar a cozinha, enquanto durar (cá em casa é coisa de 15 dias, depois fina-se, como todas as outras plantas, que não sei que faço, que tudo se me vai).

Mini arraial na escola da cria. Os pequenos cantam,e os grandes também. Filhos fazem surpresas a pais e vice-versa (ou viçóversa, como gosto de dizer).

Ah, e feriado, que este é o último ano contemplado. Nos próximos, quer-me parecer que a coisa se vai desvirtuar. A ver, a ver.

As marchas. As tristes alegres figuras a desfilarem na Avenida. Este sim o nosso carnaval, aquele que nos caracteriza, que é nossa tradição, não aquela coisa que se arranja, cheia de matronas de biquini, em Fevereiro.

Gosto de Junho. É o mês das festas, é um mês (que é suposto ser) quente. É um mês feliz, com vida e movida. Não é o meu mês de aniversário, mas é o meu mês, aquele que escolhi, o que me faz feliz.

Gosto de ver a minha cidade viver, bonita, enfeitada, vaidosa e gloriosa. Esta, sim, é a Lisboa que eu amo!

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